domingo, 29 de julho de 2018

Imune à Forca







Um curioso enigma mecânico ocorreu em 23 de fevereiro de 1885, na Inglaterra. John Lee (1864-1945), condenado à forca por homicídio, estava diante do aparelho de sua execução. O carrasco amarrou-lhe o capuz à cabeça e enfiou-lhe no pescoço a corda com o nó corrediço. O sinal foi dado para acionar o alçapão, mas o mecanismo não abriu. Após uma inspeção, nada de irregular foi encontrado. Lee, então, foi posicionado mais uma vez na forca que, pela segunda e terceira vez NÃO FUNCIONOU. Atônito, o xerife reencaminhou Lee à cela, sendo sua pena, posteriormente, comutada para prisão perpétua. Contudo, em 1907, Lee recebeu liberdade, após cumprir pena de 22 anos. Até hoje, nenhuma explicação satisfatória foi encontrada para elucidar a falha da forca que lhe fora destinada. Uma coisa, porém, é certa: foi muita sorte de Lee escapar três vezes da morte!


terça-feira, 17 de julho de 2018

Um Zumbi de Verdade






Os zumbis, mortos-vivos na imaginação popular, parecem ser mesmo coisa de ficção, mas há quem acredite na existência deles. Um caso comprovado de "zumbi" é o do haitiano Clairvius Narcisse (1922-1994). Em 30 de abril de 1962, Clairvius foi ao hospital queixando-se de dores no corpo, febre e um grande mal-estar geral. Dois dias depois, os médicos constataram sua morte e sua irmã assinou o atestado de óbito. Clairvius foi enterrado em 2 de maio. Dizem que a morte teria sido encomendada por seu irmão a um bruxo. Só que este bruxo, na realidade, apenas o drogara e, após o cerimonial, desenterrou Clairvius e o fez ingerir uma mistura química que o transformou em zumbi. Ele foi obrigado a trabalhar com outros zumbis que o bruxo tinha em uma plantação de açúcar, até que em 1964 o bruxo morreu, e Clairvius foi lentamente recuperando a consciência, pois já não recebia as drogas. Depois de anos vivendo como andarilho, ele voltou para sua terra natal e sua irmã Narcisseâ o reconheceu, e ele contou sua história. O caso ficou famoso e despertou o interesse de cientistas, entre eles o famoso antropólogo americano Wade Davis, que em 1982 viajou para o Haiti e fez uma investigação séria sobre o assunto, confirmando sua veracidade e ainda mais, descobrindo as substâncias químicas envolvidas no bizarro processo. Após entrevistar diversos feiticeiros da região, Davis verificou que todos mencionavam uma espécie do peixe Baiacu. Assim, ele descobriu que esse peixe possui no fígado e nos órgãos sexuais um potente veneno, chamado "tetrodoxina", que paralisa o sistema nervoso central e faz as pessoas parecerem mortas. Outra substância usada é a "bufotoxina", encontrada em sapos, que tem efeito parecido com o da "tetradoxina". Depois, ele descobriu que os feiticeiros administravam outra substância para manter as pessoas drogadas, e esta substância é extraída da "datura stramonium", uma planta com fortes substâncias psicoativas.

SAIBA MAIS sobre esse horripilante relato:
http://www.assombrado.com.br/2013/06/zumbi-real-o-caso-clairvius-narcisse.html
https://super.abril.com.br/mundo-estranho/a-incrivel-historia-do-zumbi-da-vida-real/
https://www.megacurioso.com.br/zumbis/39595-o-caso-do-haitiano-zumbi-que-voltou-para-casa-21-anos-depois-de-morto.htm
https://seuhistory.com/noticias/conheca-historia-real-do-zumbi-do-haiti

quinta-feira, 5 de julho de 2018

Uma Bala Atinge Seu Alvo Vinte Anos Depois




Vinte Anos Depois???


Já ouviu sobre uma "bala com efeito retardado"?
Embora a ideia pareça absurda, foi exatamente isso o que aconteceu há mais de um século, com um sujeito de nome Henry Ziegland.
Em 1893, Henry terminou o romance com uma moça a quem prometera casamento. Com o coração despedaçado, a jovem suicidou-se. O irmão dela, enfurecido, investiu contra Henry, dando-lhe um tiro. Após alvejá-lo, e acreditando que o ex-cunhado estivesse morto, o irmão da suicida também tirou a própria vida.
Só que Henry não morrera: a bala na realidade traspassara-lhe a bochecha, indo encravar-se numa árvore próxima. Henry, após recuperar-se, sentiu-se obviamente responsável pela tragédia. Até que, em 1913, ele resolver pôr um ponto final na história, explodindo (com dinamite) a árvore na qual a bala ficara encravada. No momento e com o impacto da explosão, a bala que estivera alojada no tronco por vinte anos foi arrojada diretamente na cabeça de Henry, matando-o desta vez.

SAIBA MAIS sobre essa tragédia de família:
http://www.cogumelando.com.br/ep17/
http://forum.jogos.uol.com.br/o-homem-que-foi-morto-por-uma-bala-disparada-20-anos-antes-incrivel_t_3059082
http://www.desajustadoseafins.com.br/estranho-e-extraordinario/uma-bala-lenta-e-mortal/

Imune à Forca

Um curioso enigma mecânico ocorreu em 23 de fevereiro de 1885, na Inglaterra. John Lee (1864-1945), condenado à forca por homicídio...